NOITES…
Autor: Karla Fioravante | agosto 23, 2009

Dos poetas, das comemorações, do silêncio, das trocas, das esperas… Das lágrimas singulares…
Dos travesseiros, dos segredos que se contam para si! Dos amargos, das doces lembranças…
Da lua, do nascer de um depois, do sagrado, lamentos, orações…
Dos sozinhos, dos acompanhados… Dos poetas, dos artistas, das estrelas!
Das canções, composições, dos sofrimentos! Das saudades, das simetrias, assimetrias…
Que não amanhecem, que perecem, que tiram a consciência, do que resta!…
Dos sonhos, das cinzas, dos sins, dos nãos…
Intermináveis… Intensas, profundas, tortuosas…
Dos traços sem formas sob as cores do abismo!
Das chuvas, dos ventos, das folhas que ouvimos no silêncio da lua…
Dos recomeços, das reconstruções, dos pensamentos… Das escolhas!
Das alegrias, dos abraços, dos encontros… Dos desencontros!
Das pazes, dos olhares, das siluetas e sombras…
Das distâncias, das proporções, das reflexões…
Dos longes, dos pertos, dos certos e incertos… Das eternidades, gestos, cheiros e sabores…
De tantos nomes, cores, imagens. De cada qual em sua única forma de sentir…
Passar por elas… em sonho, dormindo, ou acordados… Um foco desfocado/focado de nossa própria vida!
E.. unicamente, exclusivamente um verdadeiro encontro de nós mesmos com nossas verdades. As verdades mais duras de nossa alma ditas a nós, por nós mesmos!…
No secreto de nós mesmos…
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O NOVO
Autor: Karla Fioravante | agosto 15, 2009
Um novo formato… Novas possibilidades! Tudo que é novo pode causar estranheza, ao mesmo tempo pode agradar de cara! Gostos e sabores… Pessoas e pessoas!
Um gesto de mudança, um ponto… Algo em construção!… Construindo…
Sê bem vindo (a) ao meu novo… à partilha daquilo que modifica, que pode transformar!… Abertura à novas concepções, cores, imagens, gostos… Misturas, sentimentos, evoluções!
Um suspiro de inspiração….
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AH, O AMOR!
Autor: Karla Fioravante | agosto 7, 2009

“O que se faz por amor está sempre além do bem e do mal”… F. N.
O que é o amor?! Um regozijar-se com o fato de sentir-se vivo…! Uma capacidade intensa de unir contrários, sem que se anulem as partes… Observar cores e pinturas de nossas principais obras, sejam elas cômicas, trágicas, belas ou sublimes…
É alma, não é apenas vontade, desejo, nem posse… É mistério escondido pelo simples prazer de ver, sentir! A única condição é a de ser fiel a si mesmo, com as delícias das palavras pronunciadas no silêncio das verdades. O sentir nos faz mulheres, homens melhores… Nos faz olhar a vida com mais sinceridade! O amor não engana! Não confunde, o amor é.. e ponto, entre tantas vírgulas, entre tantos recomeços… entre tantos!
Sinônimo de intimidade, proximidade, apreciação… conhecimento da beleza!
Amor: Eros, Ágape, Philia, Storge, Xenia, Amare, Diligere, Observare, Caritas,… tantos num mesmo significado…
Antes houvesse outros significados assim seria mais fácil enganar quando é necessário…
O amor verdadeiro não engana.
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CINZAS
Autor: Karla Fioravante | agosto 5, 2009
Apenas refletindo e observando as pessoas, pensando em seus comportamentos e maneiras de agir às situações cheguei à conclusão que existem três atrativos que fazem as pessoas se aproximarem e que causam efeito no todo de uma sociedade.
Beleza, Poder, Arte!
Beleza natural, aquela que existe sem forçar, é inata, uma pedra bruta, sem maquiar, sem photoshop. Atrai! É a beleza que é exterior e a interior nas pessoas e na criação.
Poder, isso inclui dinheiro, status, interesses e tudo que isso pode proporcionar às pessoas. O poder pode manipular uma sociedade inteira, criar modos de vida, estilos. Pode trazer sucesso, pode enaltecer e destruir situações e pessoas. O poder é o que faz as lideranças, as regras (mesmo sem cabimento), é o poder que faz o sujeito agir de má fé, prejudicar os outros e também ajudar. Pense no poder? E no tanto que ele atrai, muda e surpreende…
No poder está também implicita a vaidade, ambição. Devo dizer também, que existem poderes bem aplicados. Aqueles com inteligência e bondade. Há bondade no poder? Se cremos, se temos fé, sim.
Arte, por si só atrai. Música, teatro, cinema, pinturas. O belo atrai, se distingue um pouco da beleza natural porque por inumeros motivos é maquiada, tratada, existe um processo, uma inspiração, algo humano e divino que faz acontecer, que constroi. Toda arte é boa?! Quando se faz arte inspirada, uma arte buscada, conquistada é diferente de uma arte por arte… Nem se deve questionar a arte, mas…. de fato há ‘coisas’ que não são arte, depende da ótica de quem vê.
Bem, sobre as três… Claro que devo citar que a primeira não é tão valorizada como deveria ser, além disso, a beleza também pode estar inclusa nas artes como no poder. As três conversam e também divergem.
Essa teoria é apenas um ponto de reflexão, mas, analisemos: quais são as caracteristas mais fortes numa sociedade? De onde advêem? O que faz o mundo rodar? O que faz os dias passarem? O que as pessoas mais buscam? Por que trabalham tanto? O que esperam das outras? Por que algumas conseguem o que esperam e outras não?
Teoria ou realidade? – Ou nasce rico, ou tem sorte!… – Se nascer rico, o poder vem naturalmente, a beleza até faz milagre, e às vezes gosta ou não de arte, fica indiferente… Por que tantos contrastes? Uns com tanto e outros sem nada?
No fim, somos cinzas! Independente do que ganhamos por mês, de onde nascemos, onde moramos, que carro temos, se temos, enfim… etc, etc etc…. Ou seja, cabe a nós escrever bem nossa história… Deixar algo plantado!
Detalhe: Se há inteligencia pode haver poder, mas também conheço vários casos de falta dela em evidência! E também há casos de inteligencias bem aplicadas não usadas como poder.
Situações tão humanas, que se não fossem vindas divinamente seriam apenas passagem. A vida é uma passagem, estamos aqui fazendo nossa história, mas é uma passagem.
Não seria tão racional a ponto de não analisar a FÉ, como parte desta tríade. Mas, me entristece ver/presenciar o que as pessoas estão fazendo e vivendo como fé. E eu pergunto: Onde está nossa fé?
Em que? Em quem?… Na beleza, no poder, na arte?! No que cremos?… O que esperamos?
Já bastaria se dissessemos que temos fé… e tudo viria. Porque cremos que Deus é nosso tudo, e quem tem Deus nada falta… Tudo, nada!
Mas, nós humanos limitados em nossas buscas, buscamos mais ou menos… Buscamos ter. Não ser. Buscamos como humanos! ….
Assunto para outro artigo! Quem sou eu para apontar a questão invisível do mistério de crer. Estou falando de alguns palpáveis… Visíveis.
Observemos a cultura do Brasil, dos brasileiros… O que lêem? O que assistem? O que compram? O que consomem? Digo… a maioria, sabe escolher? Tem oportunidades para isso?… O que mais vemos nas Tv’s?… Beleza, poder, arte… (arte?????????). Depende do canal. A escolha é sua!…
Vale atentar que nem tudo se compra, e nem tudo se vende. Há coisas que precisam ser cativadas, buscadas, o invisivel aos olhos, o calor do abraço, do gesto… Sem ficar piegas… Talvez esse seja o sentido de não ser apenas cinza… Apesar de ser nossa única certeza! Pó… terra….
Por que tanta diferença?! (…)
O tudo será nada no apagar das luzes. Inclusive: a beleza, a arte e o poder……….
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FRASE…
Autor: Karla Fioravante | julho 29, 2009
“Algumas pessoas nunca aprendem nada porque entendem tudo muito depressa!” – Alexandre Pope (1688-1744)
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LUGAR COMUM
Autor: Karla Fioravante | julho 6, 2009

“É um lugar-comum que não há solidão que se compare à de quem se vê sozinho numa multidão; romancistas o repetem; é inegável que comove (…) Minha franqueza é uma constante! Solitários… ” Virginia Woolf
A solidão é como a noite dos poetas, azul escuro onde a lua e seu brilho juntam-se ao frio dos edredons…
A solidão é cor de gelo, transparente, mas presente, traduz sentimento em cores disformes, gélidas quanto ausência… “De que? De quem?” – Um instante, uma eternidade…
Solidão tem cheiro de chuva em dia de nostalgia, gotas ao deslizar pelo vidro, derramam poças no mármore de um passado aberto, de um futuro incerto…
O mistério tem sabor de solidão, misturado a uma ânsia inexplicável de não entendimento. O nego, não o desejo. Desejo, o quero! Desvendar é desafio, o saber em si de si é empirico…
“Estamos todos aqui, olhando uns para os outros… Engaiolados em uma sala abafada, enquanto no campo, o dia aparece verde”…
A solidão é sala cheia, olhares entre dentes… Perguntas sem respostas! Presos a uma imensidão de pensamentos que aumentam sua proporção na medida da sua angustia. Causa sem fato, apenas causa. Traduzida em leis sem regras… Um dia libertas através de uma fala insconstante, inconsciente…
Marcas não escolhem sujeito. Memórias não escolhem mentes! Solidão não escolhe lugar… Pode estar do outro lado do Rio, ou ser nossa sombra, nossa própria sombra! Lamento… – “Como hei de encontrar o lugar certo?!”
“Estrelas, lua, sol” – “Margarida na grama, fogos, geada na vidraça”… – “Como hei de encontrar o lugar certo?!”……
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PENSANDO….
Autor: Karla Fioravante | junho 17, 2009
Cheguei à Universidade hoje pela manhã as escadas rolantes estavam todas desligadas… e os elevadores lotados!
Grande parte das pessoas não pensam em escalar montanhas, mas sim, chegar ao pico sem atravessar as dificuldades do caminho…
Só sabe as dores de quem pisou cada degrau de uma escada e conquistou o alto, quem tem coragem de ir além das fraquezas e do comodismo…
Os que vão direto ao pico, subindo de elevadores, não sabem as dores e os sabores das árduas conquistas…
Ainda prefiro subir as escadas!
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Flatus Vocis – Sopro de voz
Autor: Karla Fioravante | abril 12, 2009
Talvez nada se saiba sobre o que é o eu, ou o que é o nós… Pois bem, então vivamos o Mantra da Humildade, apenas travando conosco um pensamento de que “não devemos saber tudo sobre a coisa em si, mas temos que ter a nossa própria visão sobre a coisa”. Verdades podem ser plurais! Idéias…. Hipóteses… Pensamentos…. Reflexões… Paremos! (suspiro)… Olhemos…
Num mundo onde tudo era coletivo ser individuo era um desafio… Observar singularidades, definir conflitos internos, passar a acreditar em sentimentos do eu, permitir identificações… etc… Tudo isso foi se moldando através do tempo… Houve lutas para que pudéssemos ser EU… E ser eu, apenas… atualmente precisa de provas concretas… o Eu precisa ser ciência! Daí voltamos ao conceito naturalista de ser mais um no coletivo… Estranho como as coisas andam!… Ainda bem que ao menos o tempo proporcionou a liberdade de expressão, principalmente na interação com o eu.
Somos seres sociais e isso nos faz individualmente coletivos… coletivos com individualidades! Nos encontramos em alguns lugares como sendo eu… E para que eu possa ser eu, sou interação bio-psico-social, sou interação entre os outros eus ao meu redor…
Não que ser nós é ruim, porém a tantos nós a desatar… Há tantos conflitos no meio ambiente social porque há tantos eus se conflitando! O eu em busca de existir ‘destrói’ outros nós!?
O que sentimos não passa de fenômenos… Ora é processo, ora é distúrbio, ora apenas eu… Cheios de subjetivos e mistérios… que por trás do véu, nada há! Nada é! O máximo semi-vazio…
Descobrindo o Mitsein (ser-com – Heidegger) nos remete ao nós… E não é o plural do Eu?! Ou seria uma pluralidade de eus? Ah, Sartre… já dizia: ser-objeto-Para-outro, neste caso é o Nós, no entanto, no nós sujeito, ninguém é objeto quando nos referirmos a nós, como eu… em primeira pessoa!
Assumamos o papel de Eu, não apenas quando nos convém… Ou seremos apenas atores de nós mesmos.
“Ser é escolher-se”… E somos condenados à nossa própria liberdade…
Confessemos, vivemos no conceito de Berkeley onde ser é ser percebido…
Queremos ser notados, olhados, sentidos, percebidos, tocados…
Passar batido ao outro seria não existir? Para tantos sim, para outros processo, para outros fase… Há quem se importe com o sim e com o não.
“Tudo seria muito simples, se eu pertencesse a um mundo cujas significações se revelassem à luz de meus próprios fins. Eu iria dispor as coisas em utensílios ou em complexos de utensílios nos limites da minha própria escolha de mim mesmo; é essa escolha que torna a montanha um obstáculo difícil de ultrapassar ou um ponto de observação da paisagem…” J.P.Sartre…
P. S. Reflexões iniciais sobre o Livro: O Ser e o Nada, Jean-Paul Sartre.

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NO COMEÇO É A RELAÇÃO….
Autor: Karla Fioravante | abril 3, 2009

Amizade é: Sentimento FIEL de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente são ligadas por laços afetivos. Benevolência, bondade…
Sentimento gratuito onde duas pessoas (independente de tempo e espaço) podem ser elas mesmas sem julgamentos de valores, sem pressão, cobranças… Amizade é diferente de relações profissionais! É um desejo não sexual de estar próximo, de dialogar, de poder opinar e receber opiniões (também não é relação terapêutica)… trocar idéias… Sonhar junto… Demonstrar carinho e afeto. Inclui respeito, fidelidade e apreço..
Ser amigo é belo, sublime… Ter amigos é uma dádiva um tanto rara nos dias atuais, onde tudo se banalizou! No hoje, tudo é levado à malícia! Menos… pessoas, menos!…A amizade para os Gregos antigos era uma forma elevada de amor, predominantemente não carnal…
Se tudo for visto como carnal perdeu-se algo no caminho… As pessoas se perdem…. Perdemos algumas pessoas…. Ou a vida não passa de um “Romance” onde sempre alguém tem que morrer? Ora, meus caros… Relação é reciprocidade! Amizade idem…
Talvez… perdemos…. ou nunca “tivemos” um amigo ou AQUELE amigo… Talvez tanta coisa…… tanta…. coisa…….. Grandes pensadores tiveram amigos… Escreveram sobre amizade, pensaram sobre amizade… Elaboraram conceitos, viveram suas amizades. Sofreram algumas perdas (pois só perde quem nunca teve)… Nós… passamos tanto por isso… Muitos vão, poucos ficam…
Será que existe uma regra para ser amigo? Uma receita de como agir ou demonstrar amizade?… Desconheço. Tanto quanto desconheço receitas prontas para o Amor Eros…
Algumas coisas a gente diz nas entrelinhas. Outras a gente deixa de dizer…
Ciclos se encerram. Fechamos algumas portas. [...] Outro tempo… As mágoas passam, (ainda bem) … Deixamos o papel de protagonistas, para sermos coadjuvantes… Se uma amizade acaba ou há uma distância entre amigos sentimos que terminamos cansados, mas, com uma história pra contar! Temos algo a relembrar, há lados positivos a colocar na balança… Foi tão marcante que perdurou até então, porque só perdura o que é, o que não é – passa!… E passa rápido!
Aprendemos com o decorrer dos dias que não existem verdades absolutas… Na grande maioria das vezes, são hipóteses… E por mais difícil que seja, algumas mentiras contamos para nós mesmos… E o pior, acreditamos!… (…)… Aprendemos que não basta ver a casca, é preciso ver a essência… Se acreditamos que temos amigos, então temos que ver além do que ele nos mostra, temos que ver a alma!
Podemos não ter sido o exemplo do amigo perfeito, daqueles que se encontram em livros, ou aqueles com fotos com poses abraçadas… Mas, uma amizade verdadeira permanece fiel… Antes a distância do que a traição a um grande amigo…
E se um dia morrermos… (eis a nossa certeza) Morreremos sabendo que fomos até fim…
Poderemos ter sido ausentes, poderemos não ter correspondido as melhores expectativas alheias. Poderemos ter sido cruéis, infantis, birrentos… mas, nunca… em momento algum um amigo nos deixa à beira da estrada, neste caso, ele sempre senta ao nosso lado…
“De todas as coisas que nos oferece a sabedoria para a felicidade de toda a vida, a maior é a aquisição da amizade. Toda a amizade é desejável por si própria, mas inicia-se pela necessidade do que é útil. Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos como de confiança na sua ajuda. A natureza, única para todos os seres, não fez os homens nobres ou ignóbeis, mas sim as suas ações e as disposições de espírito”. (Epicuro)
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CARAS…
Autor: Karla Fioravante | março 21, 2009
Não é de hoje que a vida alheia é tão interessante para as pessoas… Afinal, gasta-se tempo (e é preciso tê-lo de sobra) para falar de outrem, principalmente quando ele (a) não está presente…
O fato se torna mais empolgante quando é polêmico, ou quando a invenção foi tão bem feita que as pessoas passam a acreditar em sua própria mentira… Criatividades a mil…É preciso ter grandes invenções para conseguir prender atenções de tantos expectadores… Haja tempo, haja assunto… Haja maldade! Haja más interpretações….
Falar do outro (coisas bem complexas, calúnias, julgamentos) é uma forma de interação, de chamar atenção para si. Um ato de unir as pessoas… Observem quantos sujeitos ouvem e saem falando daquilo que ouviram sem ao menos ‘pesquisarem’ no google a procedência… Porque conhecer de fato de quem (alguém, ser humano) se fala, quase ninguém conhece. Por vezes só encontrou em algum lugar, por alguns momentos… Mesmo assim, é um ato insistente de criação…Invenção… ou como quiserem denominar…
A Fofoca é um belo ato de unir as pessoas para ‘detonar’ outra… Atitude de “cristão” por conveniência julgar comportamentos e excluir pessoas, apontar erros alheios e não ter a capacidade de se enxergar… Ou melhor, para encobrir seus próprios erros ou recalques, usar do outro…
É fácil apontar o outro e esconder-se! Se algo incomoda tanto em outra pessoa é problema de quem observa, não?…
Assunto de paz, não é motivo de união. Já vimos o quanto as polêmicas invadem as Televisões e dá a todos a capacidade de julgar sem ao menos conhecer…
Ciência é pra poucos… Ignorância é produto de consumo nas línguas e nas prateleiras…
Ora, convenhamos quantas pessoas passam por nós e falam algo que nos ajuda a ser melhor? Quantas pessoas nos fazem ver além?… Poucas, bem poucas…..
Quantas passam pela nossa vida reparando nas roupas, no cabelo, no sapato… Perdendo horas falando de assuntos fúteis, questionando comportamentos? Muitaaaassss….. e outras tantas levantando as mesmas bandeiras…
Quantas pessoas procuram visitar doentes e fazer o bem a outras? Quanto bem fizeram na última semana? …
Tais personas ficam fuçando a vida alheia pra encontrar defeitos e sair criticando… Ohh, tempo atoa!..
Onde estão as teses atuais desses ‘pensadores’ de corredores, analistas sem psique, rackers de internet e telefones sem fio?…
Bem, não é a toa que a Revista Caras, Contigo, bla bla bla são as mais lidas, comentadas, fofocadas… Há público suficiente para lê-las e poucos visitando livrarias culturais e fazendo programas inteligentes… Aposto que a revista Mente & Cerebro sobre FOFOCA poucos leram.
Aproveitem, está nas bancas… http://www2.uol.com.br/vivermente/
É irônico o riso se as pessoas que enchem a boca para falar de outros acreditam que isso os faz melhores, mais dignos, merecedores de crédito, ou confiança!
Cuidar do próprio mundo, já é uma tarefa árdua, dirá do mundo alheio, sem ao menos ser solicitado…
Aplausos para as fofocas de sucesso, certamente haverá bastante gente na arquibancada quando o assunto se virar contra si mesmo…
Cuidar da LÍNGUA faz parte da saúde mental! Já diria a Bíblia em outras palavras….

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