<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title></title>
	<atom:link href="http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.karlafioravante.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Sep 2010 20:41:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Um sintoma</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=419</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=419#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 20:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=419</guid>
		<description><![CDATA[- A repetição!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- A repetição!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=419</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nada pra nadar&#8230;</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=415</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=415#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=415</guid>
		<description><![CDATA[No meio da estrada&#8230; Os carros pararam! Acontece&#8230; Um barco também pode parar no meio do mar! Ou&#8230; continuar, vai saber! Estranho se não fosse assim. O fato é o stop interno. Egoísmo é intrínseco, não me diga o contrário. Seria benevolência demais, ninguém o é tanto. Está bem, vamos transcender o espaço habitado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio da estrada&#8230; Os carros pararam! Acontece&#8230; Um barco também pode parar no meio do mar! Ou&#8230; continuar, vai saber!<br />
Estranho se não fosse assim. O fato é o stop interno. Egoísmo é intrínseco, não me diga o contrário. Seria benevolência demais, ninguém o é tanto. Está bem, vamos transcender o espaço habitado que antes era caos. Escolhi habitar, sabia que toda forma de habitar gera riscos. Decido parar ou continuar. Pular fora do barco, em alto mar, e aprender a nadar. Ou, deixar o barco ancorado à margem. Âncora funda, profunda. Ficar ao olhar o mar e deixar o barco ir. Algumas coisas podem ser provadas sem que se pague com a vida, estar no barco e voltar à margem, aprender a nadar, voltar ao barco, enfim, ser capaz de tentar.<br />
Estamos acostumados a aumentar a proporção das coisas. Temos a estranha mania de calcular demais, sociedade lógica. Não acabamos vivendo alguns simples, outros complexos, mas&#8230; O que direi da vida se viver à margem? Envelhecer&#8230;<br />
Eis&#8230; Aqui jaz! Nascendo de novo! Ambíguo e é assim. Ambivalente!<br />
Um ser em experiência! Fim de uma busca. Início de outra. O que me cabe dizer é que o universo se inverteu. É. O meu universo se inverteu&#8230; Patavina e patacoadas.<br />
Questionam o porquê de palavras tão melancólicas. Pensei: Escrevemos daquilo que estamos “cheios”. Clichê. Porém, contudo, todavia&#8230; E o que há de mal?! (A não ser pra mim?)<br />
Viver no princípio da realidade, pois o principio do prazer quer tudo para agora, pulsões, desejos. E, minha melancolia esperou a vida inteira para ser o que é. Há história quando alguém se torna melancólico. Queria não dizer nada de mim, afinal, nada do que sou, pode me pertencer. Inconstâncias&#8230;<br />
Ah, alma reticente. Deixar é melhor&#8230; Mas, agora que já estou aqui, vou até o fim!<br />
Jogar a âncora e nadar, o aprendizado é maior!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=415</wfw:commentRss>
		<slash:comments>30</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Simulado</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=410</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=410#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 20:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=410</guid>
		<description><![CDATA[“Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?!”… (Fernando Pessoa in Poesias de Álvaro de Campos)&#8230; Eis uma tensão no processo de vida “significado” e “realidade”… Quando alguém diz ser verdade algo, certamente se limita na busca de um significado subjetivo. Verdade… É, tal empenho visa uma coerência dos atos, atitudes, posturas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?!”… (Fernando Pessoa in Poesias de Álvaro de Campos)&#8230;</p>
<p>Eis uma tensão no processo de vida “significado” e “realidade”… Quando alguém diz ser verdade algo, certamente se limita na busca de um significado subjetivo. Verdade… É, tal empenho visa uma coerência dos atos, atitudes, posturas, movimentos, momentos… E, isso corresponde a uma realidade, ou se procura em vez de certas irreconciliáveis irrealidades a pretensão de encontrar coerência, preferencialmente ao que entende por respostas!…<br />
Uma verdade na qual não se coloca uma visão parcial de um todo, pode-se entender e recair a ela o fim de si própria…<br />
As perguntas quando são especificas, podem ser emergência com uma promessa de interpretação por parte de quem a faz! E quem não faz interpretações?! Só analistas?!<br />
Seu comportamento é diferente daquele que “verdadeiramente” se encontra. Sua escolha de ser aquilo que transparece é livre! Não, é melhor não se indispor! Irônico.<br />
Seguimos em puro comportamento e operamos de tal forma que nos tornamos racionais. Eis o nosso diferencial, seres racionais, cuja função é dizer a &#8220;verdade&#8221; e nossas atitudes responderem à realidade… Métodos narrativos, em harmonia com genéticos, compreendidos por uma variedade de interpretações, que nos permite colher diversos significados, na maioria das vezes constitutivos com nosso ambiente e preferencialmente diante de estruturas saudáveis e contatos interpessoais (sociais), afinidades das quais foram experiência por métodos empíricos de controle e condicionamento.<br />
Palavras belas. Bela teoria!… Não?!….<br />
Nossos objetos introjetados… ganhando forma, estruturas, tomando posse… Ausências, vazios. </p>
<p>Responda-me?! E os métodos?! Infindáveis… Intencionalidades, possibilidades… psicologias… Alternativas!</p>
<p>Continuamos a rota, andando nas ruas, observando árvores, olhando para o azul acima de nós, convivendo com “esperanças” desesperadas… </p>
<p>Antenas parabólicas desconectadas! Hã? Supermercados, shoppings, barzinhos, igrejas, casas, lares, carros, cachorros… respirações, (suspiro)!… Vivendo! Ou&#8230; &#8220;vivendo&#8221;?</p>
<p>Passando pela mesma rua, ví&#8230; &#8211; Quanto mais estamos protegidos, mais estamos individualizados. Casas protegidas 24h, carros com vidros fechados. Quanto mais segurança, melhor! Melhor&#8230; Melhor o menor contato! Vamos adquirir proteção.</p>
<p>Uma longa história… Adquira: ser bom! &#8211; ou ao menos capaz de decidir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=410</wfw:commentRss>
		<slash:comments>28</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Talvez&#8230;</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=401</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=401#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 14:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=401</guid>
		<description><![CDATA[Pesos na mesma medida, o medo e o desejo!&#8230; Eu tenho tempo?! Tenho talvez alguns segundos&#8230; Que passam correndo por mim, e se eu fracassar, nada mais me dará outra possibilidade! Nem sempre se ganha, nem sempre se perde&#8230; Afinal, o que é perder?! Perder, ter&#8230; Por que me invade uma tortuosa sede em ter? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesos na mesma medida, o medo e o desejo!&#8230;<br />
Eu tenho tempo?! Tenho talvez alguns segundos&#8230; Que passam correndo por mim, e se eu fracassar, nada mais me dará outra possibilidade! Nem sempre se ganha, nem sempre se perde&#8230; Afinal, o que é perder?! Perder, ter&#8230; Por que me invade uma tortuosa sede em ter? Não, nada material&#8230; Apenas é um ter que está impresso no passado, projetando um presente, um modo de não mais partir. Há tantas partidas, pedaços no caminho. Onde estão os pedaços perdidos, sem tempo de resgate?! Não quero mais&#8230;<br />
Cansa-me alguns, &#8220;alguéns&#8221;&#8230; E, tão rápido passam. Vão juntando-se às pedras, aos restos de mim. Onde me encontro hoje? No ar&#8230; Não me pertenço, por hora. Deixo-me levar pela estranha vontade de não ir. E onde quer que eu vá a mim está à sede de ter, novamente&#8230; Novamente! Preciso arrancar de mim as algemas que me impedem. Algemas de alienação, de tantas faltas de possibilidade ou uma infinitude delas que preferi não olhar.<br />
Também sou uma falta de possibilidade, quimera minha intuir que seria a única a sentir isso. Sempre passando, nada ficando, gerundios. Desapegando-se do que apegava, pleonasmos. Ia&#8230; Eu fui seguindo, seguindo. E parei. Avistei. Não tive gana de conquista, não a tenho.<br />
Quantos eu vi, quantos fechei os olhos. Não quero passividade, não pertence a mim.<br />
Quem sou eu? Uma história?&#8230; Quero realidade. Cansei de ser representação. Cansei de olhares que nada vêem além de mim. Sou apenas o que projetam em mim? Sufoca, agoniza. Tira-me o ar. Eu me vejo, e estranho-me. Até quando?&#8230; Vou correr as léguas que o hoje me permite.<br />
Não&#8230; Não tenho coragem! Palpita-me as entranhas. Eu vou, eu volto, e não saio do lugar&#8230; Libertar-me! De quem? Sou presa a mim mesma, covardia. Sou presa ao que escolhi, sou presa! Presa fácil&#8230; Difícil é ter-me. Difícil é ser inteira. Não existe completude. Sou metade. Não espero nada de mim. Nem do tempo. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=401</wfw:commentRss>
		<slash:comments>25</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Abrace&#8230;</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=399</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=399#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=399</guid>
		<description><![CDATA[Reverbera aqui!&#8230; Não sei se o tempo responde a certas perguntas, sempre pensei que sim. Ou, talvez deixasse algumas respostas de lado, por receio de respondê-las e errar. Não entendo o medo de fracassar sem ao menos ter tentado. Não posso, não devo, não quero! E, viva os nãos! Um exigir-se perfeita! Sem a possibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reverbera aqui!&#8230; Não sei se o tempo responde a certas perguntas, sempre pensei que sim. Ou, talvez deixasse algumas respostas de lado, por receio de respondê-las e errar. Não entendo o medo de fracassar sem ao menos ter tentado. Não posso, não devo, não quero! E, viva os nãos! Um exigir-se perfeita! Sem a possibilidade de errar.<br />
Até quando?! Até&#8230;  “Sentir-me parte” na música do tempo! Ah, é&#8230; Talvez o percorrer dos dias me tirou o “sentir-me”&#8230; Racionalizar o sentir, e viver à parte! Foi assim mais fácil aceitar alguns nãos. Um vazio sem fim acumula-se, deixei-o aos lados. No entanto se ergueram, viraram muros e me sufocaram. Percebi que no caminho o que vamos deixando de lado, em certo momento vão aumentar tanto que o caminho se fará estreito. Olhar pra cima e ver o céu! Mas, e os lados?! Como sair? Apenas seguir em frente?! Não sei, não sei&#8230;<br />
Chego hoje, com os braços e abraços, abertos! Trago a concretude e o abstrato de ser eu. Nem sempre agrado, nem sempre desagrado! Estou aprendendo a lidar com o sentir-me que um dia abandonei na estrada! Ainda tenho algumas armas nas mangas! Como despir-se?<br />
São marcas, não há como voltar atrás&#8230; Clamo para que as cicatrizes não me impeçam de ver a ternura dos detalhes&#8230;<br />
Abro-me! O verbo é “abra-se”&#8230; Abraço! Abrace você também!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=399</wfw:commentRss>
		<slash:comments>17</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Permita-me</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=395</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=395#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 19:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=395</guid>
		<description><![CDATA[Permita-me ser avesso; Permita-me ser incoerente; Permita-me errar; Permita-me a capacidade de me permitir, de me transformar, de ser o que quer que eu seja. De SER. Permita-me ser humana; ser gente&#8230; Permita-me o suspiro de uma saudade; Permita-me não ouvir&#8230; Permita-me a dor&#8230; Permita-me amar; Permita-me não ter amado. Permita-me o medo, a covardia&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Permita-me ser avesso;<br />
Permita-me ser incoerente;<br />
Permita-me errar;<br />
Permita-me a capacidade de me permitir, de me transformar, de ser o que quer que eu seja. De SER.<br />
Permita-me ser humana; ser gente&#8230;<br />
Permita-me o suspiro de uma saudade;<br />
Permita-me não ouvir&#8230;<br />
Permita-me a dor&#8230;<br />
Permita-me amar;<br />
Permita-me não ter amado.<br />
Permita-me o medo, a covardia&#8230; a indiferença!<br />
Permita-me viver só, pois nem sempre alguém caminha comigo&#8230;<br />
Permita-me <em>ser com</em>, quando quero ser acompanhada.<br />
Permita-me voar, mesmo não tendo asas&#8230;<br />
Permita-me não compreender!<br />
Permita-me o silêncio, que nem sempre diz algo&#8230;<br />
Permita-me ser invisível!<br />
Permita-me o calar.<br />
Permita-me a distância&#8230;<br />
Permita-me um abraço demorado&#8230;<br />
Permita-me não olhar nos olhos, não ver!<br />
Permita-me ver além&#8230;<br />
Permita-me fugir&#8230;<br />
Permita-me ser mar, ser terra&#8230;<br />
Permita-me o infinito!<br />
Permita-me os segundos&#8230;</p>
<p>Deixe-me livre. Não implore que eu esteja, nem implore que eu permaneça. Talvez eu seja passado. Talvez eu não seja. </p>
<p>Permita-se, e talvez eu fique por um tempo indeterminado&#8230; </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=395</wfw:commentRss>
		<slash:comments>24</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sintonias</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=391</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=391#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 20:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=391</guid>
		<description><![CDATA[SINTONIA DO ABRAÇO Um momento&#8230; Fica mais tempo&#8230; Num tempo, sem tempo! Acolhe-me, acalma-me, em alma&#8230; O tempo&#8230; Transforma, conquista, renova&#8230; Transborda, refaz&#8230; Acaricia&#8230; O Afeto Enlaça-me! Recria-me, reconquista-me&#8230; Surpreende-me!&#8230; SINTONIA DO TEMPO Foi e voltou numa fração de segundos&#8230; Tal qual o vento, onde os olhos não vêem, apenas sentem. Aqui jaz uma obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SINTONIA DO ABRAÇO</p>
<p><em>Um momento&#8230;<br />
Fica mais tempo&#8230; Num tempo, sem tempo!<br />
Acolhe-me, acalma-me, em alma&#8230;<br />
O tempo&#8230;<br />
Transforma, conquista, renova&#8230;<br />
Transborda, refaz&#8230; Acaricia&#8230;<br />
O Afeto<br />
Enlaça-me! Recria-me, reconquista-me&#8230;<br />
Surpreende-me!</em>&#8230;</p>
<p>SINTONIA DO TEMPO<br />
Foi e voltou numa fração de segundos&#8230; Tal qual o vento, onde os olhos não vêem, apenas sentem. Aqui jaz uma obra inacabada, anseia pelo que está além do visível. A idade não conta, já fiz história! Compadeço-me sem pena. Presença, não consolo! O tempo espera. O tempo transpõe. Não é o hoje, nem o que foi. Apenas o que fica. </p>
<p><em>Quem es tu? A que horas vais chegar? Se fores o senhor das horas, apareça! Tens nome! Espero-te, pertenço-te!</em></p>
<p>SINTONIA DAS PALAVRAS<br />
Por que escrevo? São meus pedaços! Sem fragmento, apenas sinto e entrego-me. Sem máscaras, sem armas.  Sou apenas&#8230; Vou continuar sendo, essa foi minha escolha: Ser. Posso fechar os olhos, fingir que não ouço! Continuarei sendo!  </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=391</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um exílio e um reino</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=387</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=387#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 12:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=387</guid>
		<description><![CDATA[Fechei o livro e foi como se tais palavras contassem uma história que tanto se assemelha com a nossa, com nossas buscas, nossos vôos, anseios, e que por vezes se tornam nosso exílio. Essa busca incessante pela liberdade e por um reino, aqueles que construímos no ter, onde o ser por diversos momentos é esquecido. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fechei o livro e foi como se tais palavras contassem uma história que tanto se assemelha com a nossa, com nossas buscas, nossos vôos, anseios, e que por vezes se tornam nosso exílio. Essa busca incessante pela liberdade e por um reino, aqueles que construímos no ter, onde o ser por diversos momentos é esquecido.  E é “Condenados até o fim dos nossos dias à liberdade” [Sartre], vamos traçando nossos ideais, onde muitos momentos passam, outros permanecendo por um tempo&#8230; e com eles as relações que construímos.<br />
Quem estará conosco daqui a 30 anos?! Quem serão nossos amigos?&#8230; Onde estaremos?! </p>
<p>Pela nobreza das palavras e pelo conteúdo sempre atual indico como leitura o livro do meu amigo Adhemir Marthins – Um exílio e um Reino. Para adquiri-lo escreva para: adhemirmarthins@hotmail.com</p>
<p>Leituras assim nos fazem refletir em quem nós somos e para onde estamos indo&#8230;</p>
<p>Bom caminho a todos!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=387</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resta&#8230;</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=383</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=383#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=383</guid>
		<description><![CDATA[Um som escuro rasga essa noite! Uma porta se fecha&#8230; Pergunto-me: O que resta? O que fica? O que permanece?&#8230; Cortando a alma transparente não cicatrizada vens, invades esse mundo dividido. Lados intitulados: solidão. Partes de mim&#8230; Esfinge aflita! Permiti que o tempo tirasse de mim a capacidade de me surpreender! Cansaço&#8230; Não posso mais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um som escuro rasga essa noite! Uma porta se fecha&#8230; Pergunto-me: O que resta? O que fica? O que permanece?&#8230; Cortando a alma transparente não cicatrizada vens, invades esse mundo dividido. Lados intitulados: solidão. Partes de mim&#8230; Esfinge aflita!<br />
Permiti que o tempo tirasse de mim a capacidade de me surpreender! Cansaço&#8230; Não posso mais, tal pulsão é motivo, e se nada perdura ao menos que esse espaço não seja preenchido para que eu possa reencontrar! Procurar&#8230;<br />
O que resta? – Um eco daquilo que não encarei&#8230; Minhas incapacidades, meus limites! E a entrega, mesmo não sendo o melhor caminho: Andei, pisei nas possibilidades! Permanece&#8230;<br />
O que fica? – A esperança. Minhas mortes para aquilo que descaradamente a covardia negou, mas não passou despercebida. Face que eu virei, olhando para dentro de mim. Imagem transfigurada de alguém que vira as costas. Não me olhava de frente&#8230; Ficaram espaços. Impossibilidades de encontro. Além de onde fui?&#8230; Resta!<br />
O que permanece? A busca. Eu esqueci o caminho&#8230; Só aquilo que é universal remonta meus pedaços! Preciso ser refeita, preciso que o som reencontre a porta para que a luz me cegue e eu abra! Fica&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=383</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Desconexo</title>
		<link>http://blog.karlafioravante.com/?p=380</link>
		<comments>http://blog.karlafioravante.com/?p=380#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 20:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Fioravante</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.karlafioravante.com/?p=380</guid>
		<description><![CDATA[É&#8230; Um saudoso reencontro! Sem olhar nos olhos, mas com a capacidade de ver&#8230; Ou, contemplar o já visto. “Déjà vu”&#8230; Num tempo em que uma geração inteira cantava “Que país é esse?”, aos meus ouvidos chegava outro canto, um detalhe que me fez sonhar. Preto e branco é hoje a cor deste sonho. “E&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É&#8230; Um saudoso reencontro! Sem olhar nos olhos, mas com a capacidade de ver&#8230; Ou, contemplar o já visto. “Déjà vu”&#8230;  Num tempo em que uma geração inteira cantava “Que país é esse?”, aos meus ouvidos chegava outro canto, um detalhe que me fez sonhar. Preto e branco é hoje a cor deste sonho. “E&#8230; sonhos não envelhecem!” – Não! Mudam de cor!<br />
Na capacidade de sonhar, não incluo o onírico, mas àqueles cujos olhos permanecem abertos &#8211; transcendemos até o que para nós era surreal. Um sonho é um desejo! São realizações de desejos, já bem dizia Sigmund. Uma pulsão! Um impulso. Um salto! Acorde, acordes soam, caminhe. Ouça! Os sonhos nos sonham!<br />
Segui um som, numa época em que não havia armas. Apenas cores. Não sou muito fã de cores. Prefiro opacos, outono! Um som/sonho!<br />
No hoje, contemplo o desigual, algumas partidas, perdas, desencontros&#8230; Mudanças. Algumas difíceis de assimilar, outras necessárias. Num universo de tantas regras, algumas deveriam ser: despedir-se antes de uma partida sem possibilidade de retorno. Um abraço amistoso quando se crê em perdão! Porém, algumas coisas perdem o sentido, e algumas pessoas se perdem, ou nos perdemos delas.<br />
Olhando na fresta da janela, o sol chega tímido. Inverno, inversos! Em versos&#8230; Frio. Nostalgia sem abrigo. Orquestra em mim&#8230; Há lugares que não me encontro mais, estão pequenos para tantas palavras. Há palavras que não decifram, não inventaram outras&#8230;<br />
Constroem-se espaços vazios, tomados pela sede de uma satisfação insaciável. Formam-se ciclos, lentos&#8230; Ou rápidos demais. Quem irá permanecer? O futuro. Pois só ele ainda não veio. O ontem é lembrança. E o hoje? Nem ontem, nem amanhã. É!<br />
Alegria ou tristeza em excesso talvez não seja um bom sinal. Aliás, os excessos são sinais de alerta. Atentemos para como estamos! Eu, você, alguém mais?<br />
Constante que me calo! Nem há tanto a dizer&#8230; Escrevo. Leio. Melhor entender&#8230; Ou não!<br />
Pensamentos desconectados, fora da tomada. Flutuações apenas&#8230; Devaneios. Passa algo aqui, e passa&#8230; E nem tem pretensão de ficar. Fica. Esquece quem quer lembrar, lembra de quem quer esquecer. Sonha com o que é, espera o que não foi. O que nunca foi, talvez seja. O que virá, pode passar. O que passou, pode permanecer.<br />
Condensação&#8230; </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.karlafioravante.com/?feed=rss2&amp;p=380</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
